Corradini Schlogel Desenvolvimento Organizacional
Treinamento Empresarial, Palestras, Workshops. Temas relacionados ao auto conhecimento, auto avaliação, investimento humano, criatividade, metas profissionais. Assédio Moral no Trabalho, Comportamento Seguro, Lideranças grounded e vibrantes.
domingo, 8 de setembro de 2013
Qualidade de Vida:
O tema é presença constante em cursos e palestras nas organizações pois envolve um chamariz para atrair bons e disputados profissionais e valorizar a equipe de colaboradores já atuante.
Pesquisas de satisfação e necessidades são elaboradas no intuito de direcionar os planos que as organizações desejam desenvolver para "garantir" atendimento a algumas necessidades do seu quadro de colaboradores. Pois, tão complexos e repleto de questionamentos, o que significa qualidade de vida? Quais qualidades da vida que priorizamos e que buscamos nas nossas relações pessoais e profissionais? Nos deparamos com uma reflexão tão individual, ao mesmo tempo tão influenciada pela cultura, pelas exigências sociais e pelo que interiorizamos a partir de nossas experiências desde o nascimento. Pensando sobre isso, muitas organizações decidem oferecer melhores condições salariais e orientações pessoais e profissionais através de seus coachings, assistentes sociais e psicólogos para que cada um acomode suas necessidades o mais próximo possível das expectativas de desempenho acalentadas pela organização.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Qualidade de Vida
O tema "Qualidade de Vida" é presença constante em cursos e palestras nas organizações pois envolve um chamariz para atrair bons e disputados profissionais e valorizar a equipe de colaboradores já atuante.
Pesquisas de satisfação e necessidades são elaboradas no intuito de direcionar os planos que as organizações desejam desenvolver para "garantir" atendimento a algumas necessidades do seu quadro de colaboradores. Pois, tão complexos e repleto de questionamentos, o que significa qualidade de vida? Quais qualidades da vida que priorizamos e que buscamos nas nossas relações pessoais e profissionais? Nos deparamos com uma reflexão tão individual, ao mesmo tempo tão influenciada pela cultura, pelas exigências sociais e pelo que interiorizamos a partir de nossas experiências desde o nascimento. Pensando sobre isso, muitas organizações decidem oferecer melhores condições salariais e orientações pessoais e profissionais através de seus coachings, assistentes sociais e psicólogos para que cada um acomode suas necessidades o mais próximo possível das expectativas de desempenho acalentadas pela organização.
Pesquisas de satisfação e necessidades são elaboradas no intuito de direcionar os planos que as organizações desejam desenvolver para "garantir" atendimento a algumas necessidades do seu quadro de colaboradores. Pois, tão complexos e repleto de questionamentos, o que significa qualidade de vida? Quais qualidades da vida que priorizamos e que buscamos nas nossas relações pessoais e profissionais? Nos deparamos com uma reflexão tão individual, ao mesmo tempo tão influenciada pela cultura, pelas exigências sociais e pelo que interiorizamos a partir de nossas experiências desde o nascimento. Pensando sobre isso, muitas organizações decidem oferecer melhores condições salariais e orientações pessoais e profissionais através de seus coachings, assistentes sociais e psicólogos para que cada um acomode suas necessidades o mais próximo possível das expectativas de desempenho acalentadas pela organização.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Ainda estamos em transição?
Lê-se muito, nas inovadoras teorias de administração do potencial humano nas empresas, sobre o preceito de que as organizações devem lutar para criar um clima mais humano onde se compartilham potencialidades e expectativas profissionais.
Estabelecendo verdadeiras redes de relações humanas voltadas ao bem comum, ao desenvolvimento e saúde global da organização.
Ideias que valorizam a síntese, a cooperação e as capacidades comunicativas através do acesso consciente às múltiplas “inteligencias emocionais” que impulsionam seus membros.
Acredita-se que os objetivos serão efetivamente atingidos caso os colaboradores possam se sentir livres de tensões competitivas, relaxado, fluido e conseqüentemente mais criativo e feliz.
No entanto, ainda observa-se que em geral as culturas organizacionais valorizam o colaborador que se define como o “realizador”, assertivo, competitivo, que deseja acima de tudo “estar no topo”, exercer o poder desvinculado de características humanas integradoras que envolvem o contato com as fragilidades, desejos, calor e compartilhamento afetivo.
Como se percebe há uma importante incoerência na própria visão cultural, resquícios de um período onde o que importava eram somente os resultados imediatos ligados a produtividade a baixos custos.
Sinais de vulnerabilidades individuais e/ou do grupo de trabalho ainda desencadeiam reações de imediata disputa, atitudes agressivas, acusadoras, “ a luta pelo poder”.
Essa conjuntura suga energeticamente o potencial do grupo pois ao invés de integrar para a solução e apoio ao momento delicado, acolhendo o colega fragilizado, o afã maior é em busca de destituí-lo do lugar de poder a custa de deixá-lo ainda mais exposto e consequentemente à expondo a própria empresa.
Estabelecendo verdadeiras redes de relações humanas voltadas ao bem comum, ao desenvolvimento e saúde global da organização.
Ideias que valorizam a síntese, a cooperação e as capacidades comunicativas através do acesso consciente às múltiplas “inteligencias emocionais” que impulsionam seus membros.
Acredita-se que os objetivos serão efetivamente atingidos caso os colaboradores possam se sentir livres de tensões competitivas, relaxado, fluido e conseqüentemente mais criativo e feliz.
No entanto, ainda observa-se que em geral as culturas organizacionais valorizam o colaborador que se define como o “realizador”, assertivo, competitivo, que deseja acima de tudo “estar no topo”, exercer o poder desvinculado de características humanas integradoras que envolvem o contato com as fragilidades, desejos, calor e compartilhamento afetivo.
Como se percebe há uma importante incoerência na própria visão cultural, resquícios de um período onde o que importava eram somente os resultados imediatos ligados a produtividade a baixos custos.
Sinais de vulnerabilidades individuais e/ou do grupo de trabalho ainda desencadeiam reações de imediata disputa, atitudes agressivas, acusadoras, “ a luta pelo poder”.
Essa conjuntura suga energeticamente o potencial do grupo pois ao invés de integrar para a solução e apoio ao momento delicado, acolhendo o colega fragilizado, o afã maior é em busca de destituí-lo do lugar de poder a custa de deixá-lo ainda mais exposto e consequentemente à expondo a própria empresa.
terça-feira, 7 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
As dores psíquicas da obesidade
Impossível tratar o grave problema da obsesidade sem levar em conta o psiquismo, as emoções e motivações conscientes e inconscientes. O conceito integrador é que corpo e mente formam uma unidade. Nós somos os nossos corpos como também nossos pensamentos, emoções, sensações e ações. Logo a Análise Bioenergética centra-se nos processos biológicos envolvidos na saúde.
Nos questionamos o porque alguns indivíduos resistem a vida toda em emagrecer, independe de qualquer dieta, medicação, até cirurgias específicas? Qual o significado emocional/energético, da camada de gordura entre aquele ser e o mundo externo, que, de forma ambivalente gera discriminação, preconceito e uma série de limitações?
Um paciente anos atrás, após meses em acompanhamento, em um de seus insights percebeu que o seu corpo era sua única forma de resistência, firmando a não submissão à padrões que na infância eram exigidos pela mãe.
Entre as várias causas desse movimento impulsivo de nutrir-se em exagero, estão aquelas que passam pela defesa contra a dor de entrar em contato com seu verdadeiro eu ( àquele escondido sob a couraça de gordura).
Deste modo, qualquer intervenção voltada a minimizar as dores e o desprazer da obesidade, será ineficaz sem uma avaliação integral ( física, social, psicológica), considerando a unidade do indivíduo.
Nos questionamos o porque alguns indivíduos resistem a vida toda em emagrecer, independe de qualquer dieta, medicação, até cirurgias específicas? Qual o significado emocional/energético, da camada de gordura entre aquele ser e o mundo externo, que, de forma ambivalente gera discriminação, preconceito e uma série de limitações?
Um paciente anos atrás, após meses em acompanhamento, em um de seus insights percebeu que o seu corpo era sua única forma de resistência, firmando a não submissão à padrões que na infância eram exigidos pela mãe.
Entre as várias causas desse movimento impulsivo de nutrir-se em exagero, estão aquelas que passam pela defesa contra a dor de entrar em contato com seu verdadeiro eu ( àquele escondido sob a couraça de gordura).
Deste modo, qualquer intervenção voltada a minimizar as dores e o desprazer da obesidade, será ineficaz sem uma avaliação integral ( física, social, psicológica), considerando a unidade do indivíduo.
sábado, 21 de maio de 2011
A face oculta da depressão nas relações de trabalho.
É de nosso conhecimento há muito tempo que o trabalho realizado em certas condições inadequadas gera uma infinidade de doenças, entre elas a depressão.
Como distúrbio emocional e do fluxo energético, a depressão causa alterações na forma como o indivíduo vê o mundo, como percebe a sua realidade, ressaltando-se a falta de vitalidade e de esperança.
No entanto, a depressão pode se manifestar de outra forma, comumente observada no meio profissional e permeada por ações motivadas por alta dose de ansiedade e irritabilidade.
Muitos trabalhadores, em especial aqueles que assumem funções técnicas e de comando, agem intensificando as suas atividades, envolvendo-se em dezenas de projetos, permanecendo horas e horas no ambiente de trabalho e não sendo capaz de incorporar à sua rotina os momentos de descanso e confraternização prazerosa com os colegas.
Agem acreditando que necessitam desse alto nível de excitação para corresponderem às expectativas da organização em se manter produtivos, carregando-se de uma energia passageira e superficial.
Tais posturas tendem a acarretar riscos maiores para a saúde do trabalhador, pois apenas camuflam um nível de tensão muscular que funciona como um cabide de sustentação contra a real sensação de desmotivação, desconfiança quanto às próprias capacidades, falta de esperança em si próprio e na vida.
A nível preventivo, o gestores e psicólogos organizacionais, podem atentar para esses riscos, reconhecendo que o trabalhador energizado, verdadeiramente confiante, apresenta uma capacidade produtiva constante e centrada em objetivos claros e atingíveis, com movimentos harmônicos, que tendem a integrar e atrair seus parceiros.
Estamos diante de mais uma proposta preventiva para que a organização possa atingir os tão almejados baixos índices de turnover”, absenteísmo e altos níveis motivacionais.
Como distúrbio emocional e do fluxo energético, a depressão causa alterações na forma como o indivíduo vê o mundo, como percebe a sua realidade, ressaltando-se a falta de vitalidade e de esperança.
No entanto, a depressão pode se manifestar de outra forma, comumente observada no meio profissional e permeada por ações motivadas por alta dose de ansiedade e irritabilidade.
Muitos trabalhadores, em especial aqueles que assumem funções técnicas e de comando, agem intensificando as suas atividades, envolvendo-se em dezenas de projetos, permanecendo horas e horas no ambiente de trabalho e não sendo capaz de incorporar à sua rotina os momentos de descanso e confraternização prazerosa com os colegas.
Agem acreditando que necessitam desse alto nível de excitação para corresponderem às expectativas da organização em se manter produtivos, carregando-se de uma energia passageira e superficial.
Tais posturas tendem a acarretar riscos maiores para a saúde do trabalhador, pois apenas camuflam um nível de tensão muscular que funciona como um cabide de sustentação contra a real sensação de desmotivação, desconfiança quanto às próprias capacidades, falta de esperança em si próprio e na vida.
A nível preventivo, o gestores e psicólogos organizacionais, podem atentar para esses riscos, reconhecendo que o trabalhador energizado, verdadeiramente confiante, apresenta uma capacidade produtiva constante e centrada em objetivos claros e atingíveis, com movimentos harmônicos, que tendem a integrar e atrair seus parceiros.
Estamos diante de mais uma proposta preventiva para que a organização possa atingir os tão almejados baixos índices de turnover”, absenteísmo e altos níveis motivacionais.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Jogos e Dinâmicas Grupais
Jogos e dinâmicas grupais são instrumentos auxiliares e recursos didáticos no processo de treinamento e aprendizagem. Simulam de forma lúdica, em geral bem humorada, situações problemas que atuam como estímulos à reflexões e às mudanças. Podem ser utilizados também em Seleção de Pessoal e aplicados em todos os ramos de atividades profissionais, adaptados à realidade e necessidades da organização.
O envolvimento nas situações lúdicas e simuladas gera maior descontração e redução na tensão grupal, acarretando menores resistências à questionamentos e mudanças, condição essencial ao crescimento pessoal e profissional. Os projetos são realizamos a partir de um breve diagnóstico das necessidades da organização.
O envolvimento nas situações lúdicas e simuladas gera maior descontração e redução na tensão grupal, acarretando menores resistências à questionamentos e mudanças, condição essencial ao crescimento pessoal e profissional. Os projetos são realizamos a partir de um breve diagnóstico das necessidades da organização.
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