O tema "Qualidade de Vida" é presença constante em cursos e palestras nas organizações pois envolve um chamariz para atrair bons e disputados profissionais e valorizar a equipe de colaboradores já atuante.
Pesquisas de satisfação e necessidades são elaboradas no intuito de direcionar os planos que as organizações desejam desenvolver para "garantir" atendimento a algumas necessidades do seu quadro de colaboradores. Pois, tão complexos e repleto de questionamentos, o que significa qualidade de vida? Quais qualidades da vida que priorizamos e que buscamos nas nossas relações pessoais e profissionais? Nos deparamos com uma reflexão tão individual, ao mesmo tempo tão influenciada pela cultura, pelas exigências sociais e pelo que interiorizamos a partir de nossas experiências desde o nascimento. Pensando sobre isso, muitas organizações decidem oferecer melhores condições salariais e orientações pessoais e profissionais através de seus coachings, assistentes sociais e psicólogos para que cada um acomode suas necessidades o mais próximo possível das expectativas de desempenho acalentadas pela organização.
Treinamento Empresarial, Palestras, Workshops. Temas relacionados ao auto conhecimento, auto avaliação, investimento humano, criatividade, metas profissionais. Assédio Moral no Trabalho, Comportamento Seguro, Lideranças grounded e vibrantes.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Ainda estamos em transição?
Lê-se muito, nas inovadoras teorias de administração do potencial humano nas empresas, sobre o preceito de que as organizações devem lutar para criar um clima mais humano onde se compartilham potencialidades e expectativas profissionais.
Estabelecendo verdadeiras redes de relações humanas voltadas ao bem comum, ao desenvolvimento e saúde global da organização.
Ideias que valorizam a síntese, a cooperação e as capacidades comunicativas através do acesso consciente às múltiplas “inteligencias emocionais” que impulsionam seus membros.
Acredita-se que os objetivos serão efetivamente atingidos caso os colaboradores possam se sentir livres de tensões competitivas, relaxado, fluido e conseqüentemente mais criativo e feliz.
No entanto, ainda observa-se que em geral as culturas organizacionais valorizam o colaborador que se define como o “realizador”, assertivo, competitivo, que deseja acima de tudo “estar no topo”, exercer o poder desvinculado de características humanas integradoras que envolvem o contato com as fragilidades, desejos, calor e compartilhamento afetivo.
Como se percebe há uma importante incoerência na própria visão cultural, resquícios de um período onde o que importava eram somente os resultados imediatos ligados a produtividade a baixos custos.
Sinais de vulnerabilidades individuais e/ou do grupo de trabalho ainda desencadeiam reações de imediata disputa, atitudes agressivas, acusadoras, “ a luta pelo poder”.
Essa conjuntura suga energeticamente o potencial do grupo pois ao invés de integrar para a solução e apoio ao momento delicado, acolhendo o colega fragilizado, o afã maior é em busca de destituí-lo do lugar de poder a custa de deixá-lo ainda mais exposto e consequentemente à expondo a própria empresa.
Estabelecendo verdadeiras redes de relações humanas voltadas ao bem comum, ao desenvolvimento e saúde global da organização.
Ideias que valorizam a síntese, a cooperação e as capacidades comunicativas através do acesso consciente às múltiplas “inteligencias emocionais” que impulsionam seus membros.
Acredita-se que os objetivos serão efetivamente atingidos caso os colaboradores possam se sentir livres de tensões competitivas, relaxado, fluido e conseqüentemente mais criativo e feliz.
No entanto, ainda observa-se que em geral as culturas organizacionais valorizam o colaborador que se define como o “realizador”, assertivo, competitivo, que deseja acima de tudo “estar no topo”, exercer o poder desvinculado de características humanas integradoras que envolvem o contato com as fragilidades, desejos, calor e compartilhamento afetivo.
Como se percebe há uma importante incoerência na própria visão cultural, resquícios de um período onde o que importava eram somente os resultados imediatos ligados a produtividade a baixos custos.
Sinais de vulnerabilidades individuais e/ou do grupo de trabalho ainda desencadeiam reações de imediata disputa, atitudes agressivas, acusadoras, “ a luta pelo poder”.
Essa conjuntura suga energeticamente o potencial do grupo pois ao invés de integrar para a solução e apoio ao momento delicado, acolhendo o colega fragilizado, o afã maior é em busca de destituí-lo do lugar de poder a custa de deixá-lo ainda mais exposto e consequentemente à expondo a própria empresa.
terça-feira, 7 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
As dores psíquicas da obesidade
Impossível tratar o grave problema da obsesidade sem levar em conta o psiquismo, as emoções e motivações conscientes e inconscientes. O conceito integrador é que corpo e mente formam uma unidade. Nós somos os nossos corpos como também nossos pensamentos, emoções, sensações e ações. Logo a Análise Bioenergética centra-se nos processos biológicos envolvidos na saúde.
Nos questionamos o porque alguns indivíduos resistem a vida toda em emagrecer, independe de qualquer dieta, medicação, até cirurgias específicas? Qual o significado emocional/energético, da camada de gordura entre aquele ser e o mundo externo, que, de forma ambivalente gera discriminação, preconceito e uma série de limitações?
Um paciente anos atrás, após meses em acompanhamento, em um de seus insights percebeu que o seu corpo era sua única forma de resistência, firmando a não submissão à padrões que na infância eram exigidos pela mãe.
Entre as várias causas desse movimento impulsivo de nutrir-se em exagero, estão aquelas que passam pela defesa contra a dor de entrar em contato com seu verdadeiro eu ( àquele escondido sob a couraça de gordura).
Deste modo, qualquer intervenção voltada a minimizar as dores e o desprazer da obesidade, será ineficaz sem uma avaliação integral ( física, social, psicológica), considerando a unidade do indivíduo.
Nos questionamos o porque alguns indivíduos resistem a vida toda em emagrecer, independe de qualquer dieta, medicação, até cirurgias específicas? Qual o significado emocional/energético, da camada de gordura entre aquele ser e o mundo externo, que, de forma ambivalente gera discriminação, preconceito e uma série de limitações?
Um paciente anos atrás, após meses em acompanhamento, em um de seus insights percebeu que o seu corpo era sua única forma de resistência, firmando a não submissão à padrões que na infância eram exigidos pela mãe.
Entre as várias causas desse movimento impulsivo de nutrir-se em exagero, estão aquelas que passam pela defesa contra a dor de entrar em contato com seu verdadeiro eu ( àquele escondido sob a couraça de gordura).
Deste modo, qualquer intervenção voltada a minimizar as dores e o desprazer da obesidade, será ineficaz sem uma avaliação integral ( física, social, psicológica), considerando a unidade do indivíduo.
sábado, 21 de maio de 2011
A face oculta da depressão nas relações de trabalho.
É de nosso conhecimento há muito tempo que o trabalho realizado em certas condições inadequadas gera uma infinidade de doenças, entre elas a depressão.
Como distúrbio emocional e do fluxo energético, a depressão causa alterações na forma como o indivíduo vê o mundo, como percebe a sua realidade, ressaltando-se a falta de vitalidade e de esperança.
No entanto, a depressão pode se manifestar de outra forma, comumente observada no meio profissional e permeada por ações motivadas por alta dose de ansiedade e irritabilidade.
Muitos trabalhadores, em especial aqueles que assumem funções técnicas e de comando, agem intensificando as suas atividades, envolvendo-se em dezenas de projetos, permanecendo horas e horas no ambiente de trabalho e não sendo capaz de incorporar à sua rotina os momentos de descanso e confraternização prazerosa com os colegas.
Agem acreditando que necessitam desse alto nível de excitação para corresponderem às expectativas da organização em se manter produtivos, carregando-se de uma energia passageira e superficial.
Tais posturas tendem a acarretar riscos maiores para a saúde do trabalhador, pois apenas camuflam um nível de tensão muscular que funciona como um cabide de sustentação contra a real sensação de desmotivação, desconfiança quanto às próprias capacidades, falta de esperança em si próprio e na vida.
A nível preventivo, o gestores e psicólogos organizacionais, podem atentar para esses riscos, reconhecendo que o trabalhador energizado, verdadeiramente confiante, apresenta uma capacidade produtiva constante e centrada em objetivos claros e atingíveis, com movimentos harmônicos, que tendem a integrar e atrair seus parceiros.
Estamos diante de mais uma proposta preventiva para que a organização possa atingir os tão almejados baixos índices de turnover”, absenteísmo e altos níveis motivacionais.
Como distúrbio emocional e do fluxo energético, a depressão causa alterações na forma como o indivíduo vê o mundo, como percebe a sua realidade, ressaltando-se a falta de vitalidade e de esperança.
No entanto, a depressão pode se manifestar de outra forma, comumente observada no meio profissional e permeada por ações motivadas por alta dose de ansiedade e irritabilidade.
Muitos trabalhadores, em especial aqueles que assumem funções técnicas e de comando, agem intensificando as suas atividades, envolvendo-se em dezenas de projetos, permanecendo horas e horas no ambiente de trabalho e não sendo capaz de incorporar à sua rotina os momentos de descanso e confraternização prazerosa com os colegas.
Agem acreditando que necessitam desse alto nível de excitação para corresponderem às expectativas da organização em se manter produtivos, carregando-se de uma energia passageira e superficial.
Tais posturas tendem a acarretar riscos maiores para a saúde do trabalhador, pois apenas camuflam um nível de tensão muscular que funciona como um cabide de sustentação contra a real sensação de desmotivação, desconfiança quanto às próprias capacidades, falta de esperança em si próprio e na vida.
A nível preventivo, o gestores e psicólogos organizacionais, podem atentar para esses riscos, reconhecendo que o trabalhador energizado, verdadeiramente confiante, apresenta uma capacidade produtiva constante e centrada em objetivos claros e atingíveis, com movimentos harmônicos, que tendem a integrar e atrair seus parceiros.
Estamos diante de mais uma proposta preventiva para que a organização possa atingir os tão almejados baixos índices de turnover”, absenteísmo e altos níveis motivacionais.
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